• [Fotografia das Jornadas de outubro, da atividade 'Arte em família especial são cosme e damião: Mitologias Afro-brasileiras']

    Fundo: Fabio Szwarcwald

    Data e Local: 28/09/2019, Rio de janeiro, Brasil.

    Número de Registro: BREAVFS-0277

    Fotografia

    Ficha completa

    Fundo: Fabio Szwarcwald

    Título: [Fotografia das Jornadas de outubro, da atividade 'Arte em família especial são cosme e damião: Mitologias Afro-brasileiras']

    Data e Local: 28/09/2019, Rio de janeiro, Brasil.

    Espécie Documental: Fotografia

    Condições de Acesso: Não Restrito

    Crédito: Fotos: Luana Vieira.

    Cromia: COR

    Formato: Pdf

    Apoio / Realização: Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Parquinho Lage, Ameav, Furnas.

    Curador: Organização: Gleyce Kelly Heitor, Gilson Andrade, Luana Vieira Gonçalves, Luana Moura e Ulisses Carrilho.

    Descrição de Conteúdo: No sincretismo afro-brasileiro, no dia 27 de setembro comemora-se São Cosme e São Damião, as divindades gêmeas da mitologia iorubá. Era costume entre o povo do antigo Daomé organizar um piquenique para celebrar essa data. O lado extraordinário desse duplo nascimento sempre foi motivo de festa entre o povo africano. Em Lagos na Nigéria, Taiwo (experimentar o mundo) e Kainde (vir atrás) são os nomes dados aos gêmeos. No Arte em Familia do dia 28 de setembro faremos um piquenique com narração do mito, além de atividades com espelhos e tintas, transformando adultos em crianças e todos nos gêmeos da cultura nagô.

    Participantes: Com Bruno Balthazar.

    Biografia: Desde de 2016, Outubro é o mês que a Escola de Artes Visuais do Parque Lage elegeu para repensar o mundo sob a perspectiva daqueles que carregam o arrojo das mudanças. Enquanto o Dia da Criança no Brasil é festejado no dia 12 de outubro, as Jornadas de outubro estende a comemoração ao mês inteiro com uma programação pública dedicada à crianças de todas as idades. Nesta edição organizamos uma programação que parte do desejo de refletirmos juntos sobre o « ser escola ». Por que as escolas existem? Pode a escola ser uma floresta? Pode a floresta ser uma escola? É possível saber onde começa e onde termina o aprendizado? Como nos formamos na relação com a arte? O que uma escola de arte tem a aprender com as crianças? Quais as pistas para desenvolvermos uma justa reciprocidade envolvendo aluno, escola e professores, todos aprendizes? Essas são algumas das perguntas com as quais caminharemos juntos, para olhar para dentro e para fora da nossa escola durante as Jornadas de Outubro. Desejamos nos aproximar dos saberes proporcionados pela floresta e pela arte. Queremos substituir certezas absolutas e totalitárias por perguntas. Questionar coletivamente a separação entre natureza e cultura, sensibilizar o olhar e a escuta, sensibilizar a desaceleração que aponta para uma possibilidade outra de educação. Apostar menos na norma e mais no convívio, na experimentação, na relação, na troca entre os corpos. Vivenciar a experiência com o mundo, consigo e com o outro como possibilidades de criação. Compreender experiências como forma de aprendizado, que acontecem criadas pelas pessoas, mas também na natureza. Por isso, para compor a programação deste ano convidamos crianças, famílias, artistas e professores à proporem vivências, ampliando as reflexões sobre escola, sobre o ser escola na floresta, junto com crianças de todas as idades. Abrimos a programação com os ibejis na aula Mitologias afro-brasileira, vamos dançar jongo com o Quilombo Etu, conhecer ou relembrar de músicas do repertório afro-brasileiro na festa Rebolinha acompanhados pela MC Leão, assistir filmes, experimentar a exposição, a floresta e o palacete de muitas formas, com os professores do parquinho lage, com educadores, com as famílias e tantos outros convidados.

    Documento: Original

    Procedência / Forma de Aquisição: Legado

    Setor / Local: Ensino

    Número de Registro: BREAVFS-0277

    Analógico / Digital: Digital

    Suporte: Eletrônico

    Gestão: Fabio Szwarcwald

    Série: Ensino

    Subsérie: Parquinho lage

    URI: http://acervo.memorialage.com.br/xmlui/handle/123456789/14559

  • [Fotografia das Jornadas de outubro, da atividade 'Por que as escolas existem?']

    Fundo: Fabio Szwarcwald

    Data e Local: 19/10/2019, Rio de Janeiro, Brasil

    Número de Registro: BREAVFS-0276

    Fotografia

    Ficha completa

    Fundo: Fabio Szwarcwald

    Título: [Fotografia das Jornadas de outubro, da atividade 'Por que as escolas existem?']

    Data e Local: 19/10/2019, Rio de Janeiro, Brasil

    Espécie Documental: Fotografia

    Condições de Acesso: Não Restrito

    Cromia: COR

    Formato: Pdf

    Apoio / Realização: Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Parquinho Lage, Ameav, Furnas.

    Curador: Organização: Gleyce Kelly Heitor, Gilson Andrade, Luana Vieira Gonçalves, Luana Moura e Ulisses Carrilho.

    Descrição de Conteúdo: Para pensar esta ativação a Oficina de Argila se une a Poesia e Corpo. O objetivo será trabalhar em torno do conceito do corpo no espaço. Envolvendo a ação poética e a exploração sensorial da escultura e da argila, iremos pesquisar a presença do corpo na floresta. Através da compreensão das crianças sobre o mundo, observaremos que a poesia está em todo lugar e quando exploramos o que está ao nosso redor encontramos os poemas. Por que as escolas existem? Quando nosso corpo habita algum lugar, se torna parte dele. Absorvendo as dinâmicas e as energias do contexto em que vivemos, nosso corpo se molda, como à argila, se nutre e é nutrido pelo espaço. Talvez, antes de serem instituições, as escolas sejam simplesmente lugares, ambientes onde a troca de conhecimentos, a criação e o crescimento acontecem. A fim de explorar o pensamento artístico de maneira divertida e significativa, estaremos dentro e fora da sala, brincando através de diversas proposições: passeio na floresta, observação, desenho e construção com argila.

    Participantes: Regina Neves e Zoè Gruni.

    Biografia: Desde de 2016, Outubro é o mês que a Escola de Artes Visuais do Parque Lage elegeu para repensar o mundo sob a perspectiva daqueles que carregam o arrojo das mudanças. Enquanto o Dia da Criança no Brasil é festejado no dia 12 de outubro, as Jornadas de outubro estende a comemoração ao mês inteiro com uma programação pública dedicada à crianças de todas as idades. Nesta edição organizamos uma programação que parte do desejo de refletirmos juntos sobre o « ser escola ». Por que as escolas existem? Pode a escola ser uma floresta? Pode a floresta ser uma escola? É possível saber onde começa e onde termina o aprendizado? Como nos formamos na relação com a arte? O que uma escola de arte tem a aprender com as crianças? Quais as pistas para desenvolvermos uma justa reciprocidade envolvendo aluno, escola e professores, todos aprendizes? Essas são algumas das perguntas com as quais caminharemos juntos, para olhar para dentro e para fora da nossa escola durante as Jornadas de Outubro. Desejamos nos aproximar dos saberes proporcionados pela floresta e pela arte. Queremos substituir certezas absolutas e totalitárias por perguntas. Questionar coletivamente a separação entre natureza e cultura, sensibilizar o olhar e a escuta, sensibilizar a desaceleração que aponta para uma possibilidade outra de educação. Apostar menos na norma e mais no convívio, na experimentação, na relação, na troca entre os corpos. Vivenciar a experiência com o mundo, consigo e com o outro como possibilidades de criação. Compreender experiências como forma de aprendizado, que acontecem criadas pelas pessoas, mas também na natureza. Por isso, para compor a programação deste ano convidamos crianças, famílias, artistas e professores à proporem vivências, ampliando as reflexões sobre escola, sobre o ser escola na floresta, junto com crianças de todas as idades. Abrimos a programação com os ibejis na aula Mitologias afro-brasileira, vamos dançar jongo com o Quilombo Etu, conhecer ou relembrar de músicas do repertório afro-brasileiro na festa Rebolinha acompanhados pela MC Leão, assistir filmes, experimentar a exposição, a floresta e o palacete de muitas formas, com os professores do parquinho lage, com educadores, com as famílias e tantos outros convidados.

    Documento: Original

    Procedência / Forma de Aquisição: Legado

    Setor / Local: Ensino

    Número de Registro: BREAVFS-0276

    Analógico / Digital: Digital

    Suporte: Eletrônico

    Gestão: Fabio Szwarcwald

    Série: Ensino

    Subsérie: Parquinho lage

    URI: http://acervo.memorialage.com.br/xmlui/handle/123456789/14558

  • [Fotografia das Jornadas de outubro, da atividade 'Ativação da exposição campo: como experimentar a presença']

    Fundo: Fabio Szwarcwald

    Data e Local: 19/10/2019, Rio de Janeiro, Brasil

    Número de Registro: BREAVFS-0275

    Fotografia

    Ficha completa

    Fundo: Fabio Szwarcwald

    Título: [Fotografia das Jornadas de outubro, da atividade 'Ativação da exposição campo: como experimentar a presença']

    Data e Local: 19/10/2019, Rio de Janeiro, Brasil

    Espécie Documental: Fotografia

    Condições de Acesso: Não Restrito

    Cromia: COR

    Formato: Pdf

    Apoio / Realização: Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Parquinho Lage, Ameav, Furnas.

    Curador: Organização: Gleyce Kelly Heitor, Gilson Andrade, Luana Vieira Gonçalves, Luana Moura e Ulisses Carrilho.

    Descrição de Conteúdo: Através da exposição Campo e do espaço da Escola de Arte Visuais do Parque Lage, o parquinho lage e o Programa educativo – Uma escola dentro da escola, se juntam com crianças de todas as idades para vivenciar processos sensoriais e experienciar perguntas. Como uma obra de arte se faz presente no campo? Tendo como ponto de partida os trabalhos da série Ágrafos, de Laura Lima, convidamos os públicos a pensarem as possíveis lacunas existentes na produção de imagens. Usando tecidos, fios, madeiras, objetos cotidianos e o próprio corpo, produziremos coletivamente presenças possíveis dentro do campo expositivo e para além dele. Como podemos pensar e experimentar a presença do que não está dado? Pensando que aquilo que vemos são imagens e o que sentimos pode ser uma produção de presença (ou ausência) pela imagem, o que podemos criar a partir disso?

    Participantes: Professores: Andressa Rocha e Antônio Amador.

    Biografia: Desde de 2016, Outubro é o mês que a Escola de Artes Visuais do Parque Lage elegeu para repensar o mundo sob a perspectiva daqueles que carregam o arrojo das mudanças. Enquanto o Dia da Criança no Brasil é festejado no dia 12 de outubro, as Jornadas de outubro estende a comemoração ao mês inteiro com uma programação pública dedicada à crianças de todas as idades. Nesta edição organizamos uma programação que parte do desejo de refletirmos juntos sobre o « ser escola ». Por que as escolas existem? Pode a escola ser uma floresta? Pode a floresta ser uma escola? É possível saber onde começa e onde termina o aprendizado? Como nos formamos na relação com a arte? O que uma escola de arte tem a aprender com as crianças? Quais as pistas para desenvolvermos uma justa reciprocidade envolvendo aluno, escola e professores, todos aprendizes? Essas são algumas das perguntas com as quais caminharemos juntos, para olhar para dentro e para fora da nossa escola durante as Jornadas de Outubro. Desejamos nos aproximar dos saberes proporcionados pela floresta e pela arte. Queremos substituir certezas absolutas e totalitárias por perguntas. Questionar coletivamente a separação entre natureza e cultura, sensibilizar o olhar e a escuta, sensibilizar a desaceleração que aponta para uma possibilidade outra de educação. Apostar menos na norma e mais no convívio, na experimentação, na relação, na troca entre os corpos. Vivenciar a experiência com o mundo, consigo e com o outro como possibilidades de criação. Compreender experiências como forma de aprendizado, que acontecem criadas pelas pessoas, mas também na natureza. Por isso, para compor a programação deste ano convidamos crianças, famílias, artistas e professores à proporem vivências, ampliando as reflexões sobre escola, sobre o ser escola na floresta, junto com crianças de todas as idades. Abrimos a programação com os ibejis na aula Mitologias afro-brasileira, vamos dançar jongo com o Quilombo Etu, conhecer ou relembrar de músicas do repertório afro-brasileiro na festa Rebolinha acompanhados pela MC Leão, assistir filmes, experimentar a exposição, a floresta e o palacete de muitas formas, com os professores do parquinho lage, com educadores, com as famílias e tantos outros convidados.

    Documento: Original

    Procedência / Forma de Aquisição: Legado

    Setor / Local: Ensino

    Número de Registro: BREAVFS-0275

    Analógico / Digital: Digital

    Suporte: Eletrônico

    Gestão: Fabio Szwarcwald

    Série: Ensino

    Subsérie: Parquinho lage

    URI: http://acervo.memorialage.com.br/xmlui/handle/123456789/14557

  • [Fotografia das Jornadas de outubro, da atividade 'Piscina livre']

    Fundo: Fabio Szwarcwald

    Data e Local: 12/10/2019, Rio de janeiro, Brasil.

    Número de Registro: BREAVFS-0274

    Fotografia

    Ficha completa

    Fundo: Fabio Szwarcwald

    Título: [Fotografia das Jornadas de outubro, da atividade 'Piscina livre']

    Data e Local: 12/10/2019, Rio de janeiro, Brasil.

    Espécie Documental: Fotografia

    Condições de Acesso: Não Restrito

    Crédito: Fotos: Luana Moura.

    Cromia: COR

    Formato: Pdf

    Apoio / Realização: Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Parquinho Lage, Ameav, Furnas.

    Curador: Organização: Gleyce Kelly Heitor, Gilson Andrade, Luana Vieira Gonçalves, Luana Moura e Ulisses Carrilho.

    Descrição de Conteúdo: Rebola é um coletivo de arte, uma festa, um movimento, que fala da ancestralidade brasileira assim como da sua contemporaneidade. Sons produzidos pelas periferias do mundo se conectam pela batida do tambor ancestral e apontam para o futuro. O coletivo é formado pelos artistas João Penoni e Bruno Balthazar e outros colaboradores convidados a cada edição. Em Outubro de 2014, a primeira de muitas esculturas de luz, desenhos originais de bambu, LEDs e outros objetos luminosos, foi criada pelos artistas do coletivo. Símbolo do nosso encontro, que aconteceu também no Festival Panorama de Dança ainda em 2014, em edições na quadra da Escola de Samba Vizinha Faladeira, no tradicional Clube dos Democráticos, com a participação do primeiro bloco afro do Rio de Janeiro – Agbara Dudu e novos produtores da música eletrônica brasileira como Felipe Sá e Carrot Green. Em maio de 2015 o coletivo foi selecionado para fazer o encerramento da Exposição Encruzilhada no Parque Lage com curadoria de Bernardo Mosqueira. Entre muitas outras edições, em fevereiro de 2017, foi selecionado como uns dos trabalhos da exposição Abre-alas, da galeria A Gentil Carioca. A Rebola e suas esculturas de luz falam de raízes, de ancestralidade e futuro, iluminam sem preconceito e reconhecem a cada um de nós, incorporadores da festa. Propõem a construção de uma grande mitologia urbana, onde cada personagem se revoluciona na dança. Sob sua “Forma de Luz” o lema, as “bundas não vão parar”, nasce, porque a revolução se faz a partir do corpo. Já dizia Emma Goldman (1869 — 1940) “se não puder dançar, não é minha revolução. Nesta edição a Rebola se prepara para estar com crianças de todas as idades e convida MC Leão (Sabrina Rodrigues, 13 anos) para estar junto. Sabrina participou de atividades do parquinho lage através da parceria com o CIEP-Presidente Agostinho Neto, sua antiga escola. Realizou a atividade Mitologias afro-brasileiras, na qual conheceu Bruno Balthazar professor do parquinho lage e artista cofundador da Rebola.

    Participantes: Rebolinha convida Mc Leão: Com Galo Preto, João Penoni e Sabrina Rodrigues. Dj Bruno Balthazar.

    Biografia: Desde de 2016, Outubro é o mês que a Escola de Artes Visuais do Parque Lage elegeu para repensar o mundo sob a perspectiva daqueles que carregam o arrojo das mudanças. Enquanto o Dia da Criança no Brasil é festejado no dia 12 de outubro, as Jornadas de outubro estende a comemoração ao mês inteiro com uma programação pública dedicada à crianças de todas as idades. Nesta edição organizamos uma programação que parte do desejo de refletirmos juntos sobre o « ser escola ». Por que as escolas existem? Pode a escola ser uma floresta? Pode a floresta ser uma escola? É possível saber onde começa e onde termina o aprendizado? Como nos formamos na relação com a arte? O que uma escola de arte tem a aprender com as crianças? Quais as pistas para desenvolvermos uma justa reciprocidade envolvendo aluno, escola e professores, todos aprendizes? Essas são algumas das perguntas com as quais caminharemos juntos, para olhar para dentro e para fora da nossa escola durante as Jornadas de Outubro. Desejamos nos aproximar dos saberes proporcionados pela floresta e pela arte. Queremos substituir certezas absolutas e totalitárias por perguntas. Questionar coletivamente a separação entre natureza e cultura, sensibilizar o olhar e a escuta, sensibilizar a desaceleração que aponta para uma possibilidade outra de educação. Apostar menos na norma e mais no convívio, na experimentação, na relação, na troca entre os corpos. Vivenciar a experiência com o mundo, consigo e com o outro como possibilidades de criação. Compreender experiências como forma de aprendizado, que acontecem criadas pelas pessoas, mas também na natureza. Por isso, para compor a programação deste ano convidamos crianças, famílias, artistas e professores à proporem vivências, ampliando as reflexões sobre escola, sobre o ser escola na floresta, junto com crianças de todas as idades. Abrimos a programação com os ibejis na aula Mitologias afro-brasileira, vamos dançar jongo com o Quilombo Etu, conhecer ou relembrar de músicas do repertório afro-brasileiro na festa Rebolinha acompanhados pela MC Leão, assistir filmes, experimentar a exposição, a floresta e o palacete de muitas formas, com os professores do parquinho lage, com educadores, com as famílias e tantos outros convidados.

    Documento: Original

    Procedência / Forma de Aquisição: Legado

    Setor / Local: Ensino

    Número de Registro: BREAVFS-0274

    Analógico / Digital: Digital

    Suporte: Eletrônico

    Gestão: Fabio Szwarcwald

    Série: Ensino

    Subsérie: Parquinho lage

    URI: http://acervo.memorialage.com.br/xmlui/handle/123456789/14556

  • [Fotografia das Jornadas de outubro, da atividade 'Pode a floresta ser uma escola? Pode a floresta ser uma escola?']

    Fundo: Fabio Szwarcwald

    Data e Local: 05/10/2019, Rio de Janeiro, Brasil.

    Número de Registro: BREAVFS-0273

    Artigo

    Ficha completa

    Fundo: Fabio Szwarcwald

    Título: [Fotografia das Jornadas de outubro, da atividade 'Pode a floresta ser uma escola? Pode a floresta ser uma escola?']

    Data e Local: 05/10/2019, Rio de Janeiro, Brasil.

    Espécie Documental: Artigo

    Condições de Acesso: Não Restrito

    Crédito: Fotos: Luana Vireira.

    Cromia: COR

    Formato: Pdf

    Apoio / Realização: Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Parquinho Lage, Ameav, Furnas.

    Curador: Organização: Gleyce Kelly Heitor, Gilson Andrade, Luana Vieira Gonçalves, Luana Moura e Ulisses Carrilho.

    Descrição de Conteúdo: Esta edição das Jornadas de outubro parte do desejo de refletirmos juntos sobre o “ser escola”. Trocando certezas por perguntas, através de duas atividades artísticas, de forma lúdica, pretendemos refletir com as crianças sobre as questões que norteiam o parquinho lage: Por que as escolas existem? Pode a floresta ser uma escola? Pode a escola ser uma floresta?

    Participantes: Professores: Bruno Balthazar e Pri Fiszman

    Biografia: Desde de 2016, Outubro é o mês que a Escola de Artes Visuais do Parque Lage elegeu para repensar o mundo sob a perspectiva daqueles que carregam o arrojo das mudanças. Enquanto o Dia da Criança no Brasil é festejado no dia 12 de outubro, as Jornadas de outubro estende a comemoração ao mês inteiro com uma programação pública dedicada à crianças de todas as idades. Nesta edição organizamos uma programação que parte do desejo de refletirmos juntos sobre o « ser escola ». Por que as escolas existem? Pode a escola ser uma floresta? Pode a floresta ser uma escola? É possível saber onde começa e onde termina o aprendizado? Como nos formamos na relação com a arte? O que uma escola de arte tem a aprender com as crianças? Quais as pistas para desenvolvermos uma justa reciprocidade envolvendo aluno, escola e professores, todos aprendizes? Essas são algumas das perguntas com as quais caminharemos juntos, para olhar para dentro e para fora da nossa escola durante as Jornadas de Outubro. Desejamos nos aproximar dos saberes proporcionados pela floresta e pela arte. Queremos substituir certezas absolutas e totalitárias por perguntas. Questionar coletivamente a separação entre natureza e cultura, sensibilizar o olhar e a escuta, sensibilizar a desaceleração que aponta para uma possibilidade outra de educação. Apostar menos na norma e mais no convívio, na experimentação, na relação, na troca entre os corpos. Vivenciar a experiência com o mundo, consigo e com o outro como possibilidades de criação. Compreender experiências como forma de aprendizado, que acontecem criadas pelas pessoas, mas também na natureza. Por isso, para compor a programação deste ano convidamos crianças, famílias, artistas e professores à proporem vivências, ampliando as reflexões sobre escola, sobre o ser escola na floresta, junto com crianças de todas as idades. Abrimos a programação com os ibejis na aula Mitologias afro-brasileira, vamos dançar jongo com o Quilombo Etu, conhecer ou relembrar de músicas do repertório afro-brasileiro na festa Rebolinha acompanhados pela MC Leão, assistir filmes, experimentar a exposição, a floresta e o palacete de muitas formas, com os professores do parquinho lage, com educadores, com as famílias e tantos outros convidados.

    Documento: Original

    Procedência / Forma de Aquisição: Legado

    Setor / Local: Ensino

    Número de Registro: BREAVFS-0273

    Analógico / Digital: Digital

    Suporte: Eletrônico

    Gestão: Fabio Szwarcwald

    Série: Ensino

    Subsérie: Parquinho lage

    URI: http://acervo.memorialage.com.br/xmlui/handle/123456789/14555