Novidades no Acervo

  • [Fotografias da performance 'Chenga Ruvara' por Ducha, do projeto Um berro, um sussurro, na biblioteca]

    Fundo: Fabio Szwarcwald

    Data e Local: 14/11/2019, Rio de Janeiro, Brasil

    Número de Registro: BREAVFS-0279

    Fotografia

    Ficha completa

    Fundo: Fabio Szwarcwald

    Título: [Fotografias da performance 'Chenga Ruvara' por Ducha, do projeto Um berro, um sussurro, na biblioteca]

    Data e Local: 14/11/2019, Rio de Janeiro, Brasil

    Espécie Documental: Fotografia

    Condições de Acesso: Não Restrito

    Cromia: COR

    Formato: pdf

    Apoio / Realização: AMEAV, Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Secretaria de Cultura e Economia Criativa.

    Curador: Curadora: Tanja Baudoin

    Descrição de Conteúdo: Fotografia da roda de conversa e performance feita por Ducha, na sala da banheira, na biblioteca do Parque Lage.

    Outras Inscrições: Ducha é artista carioca profundamente interessado na vida semi-nômade ao ar livre. Formado em pintura pela UFRJ, fez parte da ação pública “Atrocidades Maravilhosas” em 1999 e do Prêmio Interferências Urbanas de 2000 com o Projeto Cristo Redentor. Ex-aluno da EAV e professor do seminário Reynaldo Roels em 2016. Participou em diversas exposições coletivas, a destacar “Panorama da Arte Brasileira” nos anos de 2001 e 2011 em São Paulo, “10 anos de Capacete” na Friedrich Petzel Gallery NY em 2008 e duas individuais, uma no espaço Agora/CAPACETE em 2000 e outra na galeria A Gentil Carioca em 2005. Escalador desde 1995, certificou-se guia de escalada em rocha em 2011

    Participantes: Ducha.

    Biografia: Ducha apresenta uma fala livre sobre um fenômeno cultural Tupi-guarani chamado “chenga ruvara”. Se trata de um saudação lacrimosa que foi observada por inúmeros viajantes e antropólogos, entre eles os franceses Jean de Lery (autor de “Viagem a Terra do Brasil“ escrito em 1578) e Pierre Clastres (autor de “A crônica dos índios Guayaki“ de 1975), que serão os pontos de partida para a conversa desenrolar. A fala é fruto da pesquisa do artista sobre caçadores coletores sul americanos e de uma curiosidade genuína sobre as estruturas políticas e os arranjos sociais do povo Aché do atual Paraguai, desde os tempos das visitas de Clastres (1963) até os dias atuais. Ducha vai narrar esse ritual emocional-instintivo que continua até hoje sendo performado entre os Ache e outros grupos (até de outros troncos linguístico-culturais), e mostrar um vídeo recente de uma líder comunitária Ache performando o chenga ruvara em 2017.

    Documento: Original

    Procedência / Forma de Aquisição: Legado

    Setor / Local: Ensino

    Número de Registro: BREAVFS-0279

    Audiovisual / Iconográfico: Iconográfico

    Suporte: Eletrônico

    Gestão: Fabio Szwarcwald

    Série: Ensino

    Subsérie: Biblioteca | Centro de Documentação e Pesquisa

    URI: http://acervo.memorialage.com.br/xmlui/handle/123456789/14564

  • [Fotografias da 'Aula Aberta - passeio e desenho no Parque']

    Fundo: Fabio Szwarcwald

    Data e Local: 05/11/2019, Rio de Janeiro, Brasil

    Número de Registro: BREAVFS-0278

    Fotografia

    Ficha completa

    Fundo: Fabio Szwarcwald

    Título: [Fotografias da 'Aula Aberta - passeio e desenho no Parque']

    Data e Local: 05/11/2019, Rio de Janeiro, Brasil

    Espécie Documental: Fotografia

    Condições de Acesso: Não Restrito

    Crédito: Fotos: Gabi Carrera

    Cromia: COR

    Formato: pdf

    Apoio / Realização: AMEAV, Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Secretaria Cultura e Economia Criativa

    Curador: Curadora: Tanja Baudoin

    Descrição de Conteúdo: Fotografias da aula aberta "Passeio e Desenho no Parque", ministrada pelo professor Bernardo Magina , durante um passeio guiado por Katia Rosendo pelo Palacete e área verde do Parque.

    Participantes: Bernardo Magina, Juliana Machado, Katia Rosendo, Rubia Luiza da Silva, Tanja Baudoin.

    Biografia: O que chama a nossa atenção quando entramos no parque? São os macacos, as cores do verde, as pessoas ao nosso redor, ou o lixo espalhado no chão? Durante esta aula aberta, daremos um passeio pelo parque e ouviremos a história da casa e da floresta, mediada pelos guias do programa Visita Guiada. Vamos fazer uma pausa em três paradas para desenhar. O professor Bernardo Magina, também ex-aluno da EAV, traz sua experiência na pintura no campo ampliado e na exploração de diferentes espaços da cidade. A aula começa com um pequeno introdução na Biblioteca sobre “Hospedando Eco-Sensorial”, projeto de pesquisa sobre nosso relação como seres humanos urbanos com nossos entornos.Essa aula é uma colaboração entre três unidades da escola: o curso “Pintura além do quadro” de Bernardo Magina, Visita Guiada, programa de passeios pela palacete e área verde coordenada por Kátia Rosendo com as guias Rubia Luiza e Juliana Machado; e “Hospedando Eco-Sensorial”, atual projeto de pesquisa da Biblioteca | Centro de Documentação e Pesquisa.

    Documento: Original

    Procedência / Forma de Aquisição: Legado

    Setor / Local: Ensino

    Número de Registro: BREAVFS-0278

    Audiovisual / Iconográfico: Iconográfico

    Analógico / Digital: Digital

    Suporte: Eletrônico

    Gestão: Fabio Szwarcwald

    Série: Ensino

    Subsérie: Biblioteca | Centro de Documentação e Pesquisa

    URI: http://acervo.memorialage.com.br/xmlui/handle/123456789/14560

  • [Fotografia das Jornadas de outubro, da atividade 'Arte em família especial são cosme e damião: Mitologias Afro-brasileiras']

    Fundo: Fabio Szwarcwald

    Data e Local: 28/09/2019, Rio de janeiro, Brasil.

    Número de Registro: BREAVFS-0277

    Fotografia

    Ficha completa

    Fundo: Fabio Szwarcwald

    Título: [Fotografia das Jornadas de outubro, da atividade 'Arte em família especial são cosme e damião: Mitologias Afro-brasileiras']

    Data e Local: 28/09/2019, Rio de janeiro, Brasil.

    Espécie Documental: Fotografia

    Condições de Acesso: Não Restrito

    Crédito: Fotos: Luana Vieira.

    Cromia: COR

    Formato: Pdf

    Apoio / Realização: Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Parquinho Lage, Ameav, Furnas.

    Curador: Organização: Gleyce Kelly Heitor, Gilson Andrade, Luana Vieira Gonçalves, Luana Moura e Ulisses Carrilho.

    Descrição de Conteúdo: No sincretismo afro-brasileiro, no dia 27 de setembro comemora-se São Cosme e São Damião, as divindades gêmeas da mitologia iorubá. Era costume entre o povo do antigo Daomé organizar um piquenique para celebrar essa data. O lado extraordinário desse duplo nascimento sempre foi motivo de festa entre o povo africano. Em Lagos na Nigéria, Taiwo (experimentar o mundo) e Kainde (vir atrás) são os nomes dados aos gêmeos. No Arte em Familia do dia 28 de setembro faremos um piquenique com narração do mito, além de atividades com espelhos e tintas, transformando adultos em crianças e todos nos gêmeos da cultura nagô.

    Participantes: Com Bruno Balthazar.

    Biografia: Desde de 2016, Outubro é o mês que a Escola de Artes Visuais do Parque Lage elegeu para repensar o mundo sob a perspectiva daqueles que carregam o arrojo das mudanças. Enquanto o Dia da Criança no Brasil é festejado no dia 12 de outubro, as Jornadas de outubro estende a comemoração ao mês inteiro com uma programação pública dedicada à crianças de todas as idades. Nesta edição organizamos uma programação que parte do desejo de refletirmos juntos sobre o « ser escola ». Por que as escolas existem? Pode a escola ser uma floresta? Pode a floresta ser uma escola? É possível saber onde começa e onde termina o aprendizado? Como nos formamos na relação com a arte? O que uma escola de arte tem a aprender com as crianças? Quais as pistas para desenvolvermos uma justa reciprocidade envolvendo aluno, escola e professores, todos aprendizes? Essas são algumas das perguntas com as quais caminharemos juntos, para olhar para dentro e para fora da nossa escola durante as Jornadas de Outubro. Desejamos nos aproximar dos saberes proporcionados pela floresta e pela arte. Queremos substituir certezas absolutas e totalitárias por perguntas. Questionar coletivamente a separação entre natureza e cultura, sensibilizar o olhar e a escuta, sensibilizar a desaceleração que aponta para uma possibilidade outra de educação. Apostar menos na norma e mais no convívio, na experimentação, na relação, na troca entre os corpos. Vivenciar a experiência com o mundo, consigo e com o outro como possibilidades de criação. Compreender experiências como forma de aprendizado, que acontecem criadas pelas pessoas, mas também na natureza. Por isso, para compor a programação deste ano convidamos crianças, famílias, artistas e professores à proporem vivências, ampliando as reflexões sobre escola, sobre o ser escola na floresta, junto com crianças de todas as idades. Abrimos a programação com os ibejis na aula Mitologias afro-brasileira, vamos dançar jongo com o Quilombo Etu, conhecer ou relembrar de músicas do repertório afro-brasileiro na festa Rebolinha acompanhados pela MC Leão, assistir filmes, experimentar a exposição, a floresta e o palacete de muitas formas, com os professores do parquinho lage, com educadores, com as famílias e tantos outros convidados.

    Documento: Original

    Procedência / Forma de Aquisição: Legado

    Setor / Local: Ensino

    Número de Registro: BREAVFS-0277

    Analógico / Digital: Digital

    Suporte: Eletrônico

    Gestão: Fabio Szwarcwald

    Série: Ensino

    Subsérie: Parquinho lage

    URI: http://acervo.memorialage.com.br/xmlui/handle/123456789/14559

  • [Fotografia das Jornadas de outubro, da atividade 'Por que as escolas existem?']

    Fundo: Fabio Szwarcwald

    Data e Local: 19/10/2019, Rio de Janeiro, Brasil

    Número de Registro: BREAVFS-0276

    Fotografia

    Ficha completa

    Fundo: Fabio Szwarcwald

    Título: [Fotografia das Jornadas de outubro, da atividade 'Por que as escolas existem?']

    Data e Local: 19/10/2019, Rio de Janeiro, Brasil

    Espécie Documental: Fotografia

    Condições de Acesso: Não Restrito

    Cromia: COR

    Formato: Pdf

    Apoio / Realização: Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Parquinho Lage, Ameav, Furnas.

    Curador: Organização: Gleyce Kelly Heitor, Gilson Andrade, Luana Vieira Gonçalves, Luana Moura e Ulisses Carrilho.

    Descrição de Conteúdo: Para pensar esta ativação a Oficina de Argila se une a Poesia e Corpo. O objetivo será trabalhar em torno do conceito do corpo no espaço. Envolvendo a ação poética e a exploração sensorial da escultura e da argila, iremos pesquisar a presença do corpo na floresta. Através da compreensão das crianças sobre o mundo, observaremos que a poesia está em todo lugar e quando exploramos o que está ao nosso redor encontramos os poemas. Por que as escolas existem? Quando nosso corpo habita algum lugar, se torna parte dele. Absorvendo as dinâmicas e as energias do contexto em que vivemos, nosso corpo se molda, como à argila, se nutre e é nutrido pelo espaço. Talvez, antes de serem instituições, as escolas sejam simplesmente lugares, ambientes onde a troca de conhecimentos, a criação e o crescimento acontecem. A fim de explorar o pensamento artístico de maneira divertida e significativa, estaremos dentro e fora da sala, brincando através de diversas proposições: passeio na floresta, observação, desenho e construção com argila.

    Participantes: Regina Neves e Zoè Gruni.

    Biografia: Desde de 2016, Outubro é o mês que a Escola de Artes Visuais do Parque Lage elegeu para repensar o mundo sob a perspectiva daqueles que carregam o arrojo das mudanças. Enquanto o Dia da Criança no Brasil é festejado no dia 12 de outubro, as Jornadas de outubro estende a comemoração ao mês inteiro com uma programação pública dedicada à crianças de todas as idades. Nesta edição organizamos uma programação que parte do desejo de refletirmos juntos sobre o « ser escola ». Por que as escolas existem? Pode a escola ser uma floresta? Pode a floresta ser uma escola? É possível saber onde começa e onde termina o aprendizado? Como nos formamos na relação com a arte? O que uma escola de arte tem a aprender com as crianças? Quais as pistas para desenvolvermos uma justa reciprocidade envolvendo aluno, escola e professores, todos aprendizes? Essas são algumas das perguntas com as quais caminharemos juntos, para olhar para dentro e para fora da nossa escola durante as Jornadas de Outubro. Desejamos nos aproximar dos saberes proporcionados pela floresta e pela arte. Queremos substituir certezas absolutas e totalitárias por perguntas. Questionar coletivamente a separação entre natureza e cultura, sensibilizar o olhar e a escuta, sensibilizar a desaceleração que aponta para uma possibilidade outra de educação. Apostar menos na norma e mais no convívio, na experimentação, na relação, na troca entre os corpos. Vivenciar a experiência com o mundo, consigo e com o outro como possibilidades de criação. Compreender experiências como forma de aprendizado, que acontecem criadas pelas pessoas, mas também na natureza. Por isso, para compor a programação deste ano convidamos crianças, famílias, artistas e professores à proporem vivências, ampliando as reflexões sobre escola, sobre o ser escola na floresta, junto com crianças de todas as idades. Abrimos a programação com os ibejis na aula Mitologias afro-brasileira, vamos dançar jongo com o Quilombo Etu, conhecer ou relembrar de músicas do repertório afro-brasileiro na festa Rebolinha acompanhados pela MC Leão, assistir filmes, experimentar a exposição, a floresta e o palacete de muitas formas, com os professores do parquinho lage, com educadores, com as famílias e tantos outros convidados.

    Documento: Original

    Procedência / Forma de Aquisição: Legado

    Setor / Local: Ensino

    Número de Registro: BREAVFS-0276

    Analógico / Digital: Digital

    Suporte: Eletrônico

    Gestão: Fabio Szwarcwald

    Série: Ensino

    Subsérie: Parquinho lage

    URI: http://acervo.memorialage.com.br/xmlui/handle/123456789/14558

  • [Fotografia das Jornadas de outubro, da atividade 'Ativação da exposição campo: como experimentar a presença']

    Fundo: Fabio Szwarcwald

    Data e Local: 19/10/2019, Rio de Janeiro, Brasil

    Número de Registro: BREAVFS-0275

    Fotografia

    Ficha completa

    Fundo: Fabio Szwarcwald

    Título: [Fotografia das Jornadas de outubro, da atividade 'Ativação da exposição campo: como experimentar a presença']

    Data e Local: 19/10/2019, Rio de Janeiro, Brasil

    Espécie Documental: Fotografia

    Condições de Acesso: Não Restrito

    Cromia: COR

    Formato: Pdf

    Apoio / Realização: Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Parquinho Lage, Ameav, Furnas.

    Curador: Organização: Gleyce Kelly Heitor, Gilson Andrade, Luana Vieira Gonçalves, Luana Moura e Ulisses Carrilho.

    Descrição de Conteúdo: Através da exposição Campo e do espaço da Escola de Arte Visuais do Parque Lage, o parquinho lage e o Programa educativo – Uma escola dentro da escola, se juntam com crianças de todas as idades para vivenciar processos sensoriais e experienciar perguntas. Como uma obra de arte se faz presente no campo? Tendo como ponto de partida os trabalhos da série Ágrafos, de Laura Lima, convidamos os públicos a pensarem as possíveis lacunas existentes na produção de imagens. Usando tecidos, fios, madeiras, objetos cotidianos e o próprio corpo, produziremos coletivamente presenças possíveis dentro do campo expositivo e para além dele. Como podemos pensar e experimentar a presença do que não está dado? Pensando que aquilo que vemos são imagens e o que sentimos pode ser uma produção de presença (ou ausência) pela imagem, o que podemos criar a partir disso?

    Participantes: Professores: Andressa Rocha e Antônio Amador.

    Biografia: Desde de 2016, Outubro é o mês que a Escola de Artes Visuais do Parque Lage elegeu para repensar o mundo sob a perspectiva daqueles que carregam o arrojo das mudanças. Enquanto o Dia da Criança no Brasil é festejado no dia 12 de outubro, as Jornadas de outubro estende a comemoração ao mês inteiro com uma programação pública dedicada à crianças de todas as idades. Nesta edição organizamos uma programação que parte do desejo de refletirmos juntos sobre o « ser escola ». Por que as escolas existem? Pode a escola ser uma floresta? Pode a floresta ser uma escola? É possível saber onde começa e onde termina o aprendizado? Como nos formamos na relação com a arte? O que uma escola de arte tem a aprender com as crianças? Quais as pistas para desenvolvermos uma justa reciprocidade envolvendo aluno, escola e professores, todos aprendizes? Essas são algumas das perguntas com as quais caminharemos juntos, para olhar para dentro e para fora da nossa escola durante as Jornadas de Outubro. Desejamos nos aproximar dos saberes proporcionados pela floresta e pela arte. Queremos substituir certezas absolutas e totalitárias por perguntas. Questionar coletivamente a separação entre natureza e cultura, sensibilizar o olhar e a escuta, sensibilizar a desaceleração que aponta para uma possibilidade outra de educação. Apostar menos na norma e mais no convívio, na experimentação, na relação, na troca entre os corpos. Vivenciar a experiência com o mundo, consigo e com o outro como possibilidades de criação. Compreender experiências como forma de aprendizado, que acontecem criadas pelas pessoas, mas também na natureza. Por isso, para compor a programação deste ano convidamos crianças, famílias, artistas e professores à proporem vivências, ampliando as reflexões sobre escola, sobre o ser escola na floresta, junto com crianças de todas as idades. Abrimos a programação com os ibejis na aula Mitologias afro-brasileira, vamos dançar jongo com o Quilombo Etu, conhecer ou relembrar de músicas do repertório afro-brasileiro na festa Rebolinha acompanhados pela MC Leão, assistir filmes, experimentar a exposição, a floresta e o palacete de muitas formas, com os professores do parquinho lage, com educadores, com as famílias e tantos outros convidados.

    Documento: Original

    Procedência / Forma de Aquisição: Legado

    Setor / Local: Ensino

    Número de Registro: BREAVFS-0275

    Analógico / Digital: Digital

    Suporte: Eletrônico

    Gestão: Fabio Szwarcwald

    Série: Ensino

    Subsérie: Parquinho lage

    URI: http://acervo.memorialage.com.br/xmlui/handle/123456789/14557

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